Proposta comercial · Módulo I: Gestão Inteligente de Estoque
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Módulo I · Gestão Inteligente de Estoque Suprimentos, farmácia e almoxarifado
Proposta comercial

Redução de obsoleto e de perda, sem exposição no item crítico.

O sistema analisa o consumo real da instituição e entrega três coisas todo dia: a lista do que está parado, o alerta do que vai vencer e a ordem do que precisa ser contado. Cada recomendação vem com a justificativa, e a decisão permanece integralmente com farmácia e suprimentos.

Situação atual

Obsoleto, perda e desvio consomem a segunda maior linha de custo do hospital.

Obsoleto
0%
do valor em itens sem movimentação há mais de 180 dias, capital comprado e sem contrapartida operacional
Perda
0%
do estoque baixado por vencimento ao ano, perda integral, sem valor residual
Desvio
0%
de conformidade de inventário medida em almoxarifado hospitalar antes de contagem rotativa, contra meta setorial de 95% a 97%
Ruptura
0%
de ruptura de itens, com impacto assistencial direto: reprogramação cirúrgica e substituição de material

O padrão se repete: prazo de reposição longo leva à compra por margem de segurança, o item de baixo giro fica obsoleto, vence e é baixado, e a ruptura persiste justamente no item crítico. Compra-se em excesso o que não gira e de forma insuficiente o que é essencial. Com a taxa básica em 14,75% ao ano, o capital parado tem custo de oportunidade mensurável, não é posição neutra.

Obsoleto, perda e ruptura são referências do setor hospitalar brasileiro, adotadas como premissa inicial e integralmente ajustáveis na simulação. O indicador de conformidade de inventário é medido: 51,67% no almoxarifado e 62,69% na farmácia de um hospital universitário antes da implantação de inventário rotativo, subindo para 67,82% e 74,40% depois; a meta praticada no setor é de 95% a 97%. Nenhum destes números constitui diagnóstico desta instituição. O levantamento dos indicadores reais é a primeira entrega do projeto e substitui todas as premissas.

Custo de esperar

O que o estoque parado custa por mês.

Os valores abaixo são calculados sobre os parâmetros que você define na simulação. O capital que deixar de ser recomprado, se aplicado, renderia entre o piso conservador do CDI e o teto do giro da própria operação:

Mensal
R$ 0
de rendimento não realizado sobre o capital parado (faixa CDI até giro)
12 meses
R$ 0
custo de adiar a decisão por um exercício, considerando apenas o rendimento não realizado
Anual
R$ 0
em baixas por vencimento, perda direta, sem valor residual nem possibilidade de recuperação

Nenhuma dessas três linhas depende de o sistema acertar previsão. A primeira é aritmética sobre o histórico de movimentação, a segunda é a mesma conta em doze meses, e a terceira é comparação de data de validade com consumo do período.

Escopo do Módulo I

O sistema entrega a lista, o alerta e o indicador. A decisão permanece da farmácia.

Construído sobre os dados de consumo da própria instituição e integrado ao ERP hospitalar já em operação.

1
Lista diária do estoque sem movimentaçãoCada item parado aparece com data da última saída, valor em posição e o histórico que sustenta a recomendação, por almoxarifado e por unidade.
2
Ponto de pedido e estoque de segurançaCalculados por política clássica de estoque sobre a demanda observada e a sua variação, com o prazo real de reposição de cada fornecedor.
3
Classificação ABC/XYZ com criticidade clínicaA recomendação de redução incide sobre item de baixo giro. Item vital é excluído por regra, e a regra é visível e editável pela farmácia.
4
Controle de validade por lote (FEFO)Alerta antecipado de vencimento com sugestão de remanejamento entre unidades ou consumo prioritário, em substituição ao descarte.
5
Inventário rotativo dirigidoO sistema define o que contar e quando, priorizando valor em posição e histórico de divergência, para elevar a acuracidade sem parar a operação.
6
Justificativa, aprovação e trilha de auditoriaCada recomendação registra dado de origem, lote e responsável pela aprovação, atendendo auditoria interna e processo de acreditação.
Solução sob medida

Configurado sobre a operação da instituição, não instalado nela.

Não existe parâmetro de mercado neste sistema. Cada número que orienta uma recomendação sai do dado da própria instituição, e as regras que governam a recomendação são definidas com a farmácia, não trazidas prontas.

1
Catálogo e unidades da instituiçãoNormalização feita sobre o cadastro dela, com deduplicação de item e conciliação de unidade de medida e apresentação, não sobre catálogo padronizado de fora.
2
Curvas calculadas sobre o consumo delaABC/XYZ derivadas do histórico da instituição, por almoxarifado e por unidade. Média de setor não entra no cálculo em momento algum.
3
Criticidade clínica definida pela farmáciaA lista de item vital é construída com a equipe, item a item, e permanece editável por ela a qualquer momento, sem depender da contratada.
4
Prazo de reposição por fornecedorMedido no histórico real de entrega da instituição, fornecedor a fornecedor, e não estimado por prazo contratual que raramente se cumpre.
5
Metas de nível de atendimento por classeDefinidas pela instituição, com a classe vital fora da regra de redução e as demais no patamar que ela determinar.
6
Calibração na operação em sombraDurante quatro semanas os parâmetros de cobertura são ajustados comparando a recomendação do sistema com a decisão que a farmácia de fato tomou.
O que se entrega não é uma licença de software com a instituição encaixada dentro dela. O motor é o mesmo e evolui continuamente, mas a configuração é da instituição e não transita para nenhuma outra. É por isso que o diagnóstico vem antes de tudo: sem o dado real dela, o sistema não teria com o que ser configurado.
Inteligência aplicada

O consumo tem estação, e o motor trabalha com isso.

Reposição calculada por média simples erra de forma sistemática em toda virada de estação. O motor decompõe a série de consumo da própria instituição e separa o que é tendência do que é sazonal, item a item.

Fundação do retorno

O que é medida

  • Estoque sem movimentação: comparação entre data da última saída e hoje
  • Vencimento: comparação entre validade do lote e consumo do período
  • Acuracidade: ordenação do que contar por valor e por divergência histórica
  • Ponto de pedido: política de estoque consolidada, sobre demanda já observada

Estas quatro linhas não dependem de projeção. É delas que vem o retorno apresentado nesta proposta.

Camada de proteção

O que é projeção

  • Componente sazonal extraído da série de consumo da instituição
  • Antecipação de curva conhecida: período de maior ocupação, campanha, safra de procedimento
  • Entrada aberta para sinal externo de demanda: o motor já aceita um fator de antecipação por grupo de itens, vindo de fora do histórico

Projeção entra como alerta, nunca como ordem de compra automática. Ela protege contra ruptura; não é ela que gera o número do retorno.

Esta separação é deliberada. Sistema de previsão que promete resultado assume um risco que não controla, porque consumo hospitalar responde a evento que nenhum modelo antecipa. Aqui o retorno está ancorado no que é aritmética sobre o passado da instituição, e a projeção fica onde ela é útil sem ser perigosa: avisando antes, para uma pessoa decidir.

O caminho do sinal epidemiológico, concretamente. Um surto de sarampo é confirmado em São Paulo e entra no boletim da vigilância. O protocolo mapeado traduz o agravo nos itens que ele consome: imunoglobulina, material de isolamento, equipamento de proteção, kit de coleta. O motor eleva a cobertura desses itens específicos e emite alerta de antecipação de compra, com a justificativa e a fonte do sinal, para a farmácia aprovar ou recusar. Nada é comprado sozinho. A entrada de sinal já existe no Módulo I; o que fica para o Módulo III é a conexão à fonte oficial e o mapeamento clínico de agravo para item, que é trabalho de protocolo e precisa ser feito com a equipe assistencial.
Disponibilidade por classe

Reduzir estoque sem abrir risco no item que não pode faltar.

A objeção correta a qualquer projeto de redução de estoque é a de que reduzir significa cortar às cegas. A resposta é operacional: a recomendação de redução não alcança a classe crítica, e o nível de atendimento (fill rate) passa a ser medido separadamente por classe.

Vital e crítico
100%
meta de nível de atendimento. Item de classe vital fica fora da regra de redução, com cobertura própria e alerta em patamar mais alto
Demais classes
95%
meta de nível de atendimento sobre o restante do catálogo, faixa praticada como referência em cadeia de suprimentos
Acuracidade
95a97%
meta de conformidade de inventário, perseguida por contagem rotativa dirigida em vez de inventário geral anual
Os 100% na classe vital não são meta a perseguir: são regra. O item classificado como vital não entra na recomendação de corte em nenhuma hipótese, opera com cobertura própria e dispara alerta em patamar mais alto que o restante do catálogo. Essa exclusão é configurada com a farmácia, item a item, e permanece editável por ela.

Nas demais classes, a meta de 95% é indicador medido e perseguido, não nível de serviço contratado: ruptura causada por desabastecimento de fornecedor, atraso de processo de compra ou consumo atípico está fora do alcance de qualquer sistema de reposição, e prometer o contrário seria assumir responsabilidade sobre terceiro.
Simulação interativa

Os números da sua operação, não os do setor.

R$ 8,0 mi
materiais, medicamentos e OPME
20%
libera R$ 1,6 mi de capital
3%
baixa anual por validade vencida
informar

Abre em zero por não haver referência pública confiável. O diagnóstico apura o número da instituição.
R$ 125 mil
valor fixo, em quatro marcos, mais mensalidade de R$ 4.900 a partir da produção
Premissas avançadas
50%
fração da baixa por validade que o alerta antecipado permite remanejar ou consumir a tempo
50%
fração da divergência que a contagem rotativa dirigida evita
R$ 0
diferença anual entre preço pago em urgência e preço de contrato. Abre em zero, apurado no diagnóstico
25%
o cálculo do retorno usa o piso de CDI 14,75% a.a. O teto por giro aparece apenas na faixa do custo de esperar
R$ 1.800
despesa mensal faturada pelo provedor diretamente ao hospital. Entra no cálculo do retorno
Retorno sobre o investimento
0%
no primeiro ano de contrato, com a rampa de implantação aplicada
Investimento recuperado
mês 0
quando o retorno acumulado supera o custo acumulado
Ganho recorrente anual
R$ 0
em operação plena, sobre os parâmetros informados

Custo acumulado × retorno acumulado

retorno custo equilíbrio
Capital liberado do estoque
R$ 0
evento único, apresentado à parte e fora do cálculo do retorno
Custo total do ano 1
R$ 0
projeto, mensalidades e hospedagem
Custo mensal de postergar
R$ 0
rendimento não realizado, perda e desvio, por mês

Composição do retorno: rendimento sobre o capital liberado ao piso do CDI de 14,75% a.a., perda por vencimento evitada, desvio recuperado e sobrepreço de compra emergencial evitado. O principal liberado do estoque é ganho patrimonial único, aparece em separado e não integra o cálculo, o que preserva o caráter conservador do resultado. O retorno começa a contar a partir da entrada em produção, no mês 4. O custo inclui hospedagem e processamento, ainda que essa despesa seja faturada pelo provedor diretamente ao hospital.

Retorno

Composição do retorno, linha a linha.

Duas linhas sustentam o resultado apresentado, e são as duas que têm base verificável. As outras duas abrem em zero e só entram na conta com dado apurado no diagnóstico da instituição.

Cenário da simulação

Retorno anual em operação plena

Rendimento sobre o capital liberadoR$ 0
Perda por vencimento evitadaR$ 0
Desvio recuperadoR$ 0
Sobrepreço de urgência evitadoR$ 0
Custo recorrente anualR$ 0
Retorno no primeiro ano0%
Como ler

O que sustenta cada linha

  • Rendimento do capital liberado. O sistema lista o item sem movimentação; cada real que a farmácia decidir não recomprar deixa de ficar parado. O cálculo usa o piso do CDI, não o giro da operação
  • Perda evitada. O alerta por lote antecede o vencimento em prazo suficiente para remanejar entre unidades ou priorizar consumo. A parcela considerada evitável abre em 50%, ajustável
  • Desvio recuperado. Abre em zero. Não há referência pública confiável que converta divergência de inventário em percentual do valor do estoque, e a proposta não arbitra o número: ele sai do último inventário da instituição. Para dar ordem de grandeza sem arbitrar,
  • Sobrepreço de urgência. Abre em zero, apurado na nota fiscal do próprio hospital durante o diagnóstico
  • Capital liberado. Fica fora da conta. Incluí-lo elevaria o percentual a um patamar que não resistiria a análise

O percentual é calculado sobre o custo total do primeiro ano de contrato, composto por projeto, mensalidades e hospedagem, com o retorno contado a partir da entrada em produção. Base do cenário exibido: os parâmetros definidos na simulação da seção anterior.

Implantação e investimento

Demonstrável em 45 dias. Em produção em 90.

A produção acontece sobre extração automatizada de dados, o que tira o fornecedor do ERP do caminho crítico. A integração plena substitui a extração no mês seguinte. Cada marco tem entrega verificável, e o prazo conta a partir da primeira extração de dados entregue.

Marco 1 · assinatura

Diagnóstico

Extração inicial, saneamento do catálogo, curva ABC/XYZ e quantificação de obsoleto, perda, desvio e nível de atendimento. Três semanas. Contratável isoladamente por R$ 14.900, valor integralmente abatido deste marco.

Faturamento do projetoR$ 37.500
Marco 2 · dia 45

Núcleo demonstrável

Motor de cobertura com componente sazonal, classificação com criticidade, FEFO e painel com recomendação, justificativa e aprovação.

FaturamentoR$ 31.250
Marco 3 · dia 90

Operação em sombra e produção

Quatro semanas com o sistema recomendando em paralelo, farmácia comparando com a decisão real e parâmetros sendo calibrados. Depois, produção.

FaturamentoR$ 31.250
Marco 4 · mês 4

Integração plena

Conector do ERP substitui a extração, com trilha de auditoria, perfis de acesso e treinamento das equipes de farmácia e suprimentos.

FaturamentoR$ 25.000
A operação em sombra do mês 3 é o que protege o projeto. Durante quatro semanas o sistema não compra nada: ele mostra o que teria recomendado e a farmácia confere contra a decisão que de fato tomou. É onde os parâmetros são calibrados com a realidade da instituição, e é a condição para qualquer recomendação entrar em produção. Suprimir essa etapa para ganhar trinta dias é o tipo de economia que cobra o preço no primeiro mês de operação.

Escopo contratado

  • Diagnóstico do estoque sobre dado real, com relatório de obsoleto, perda, desvio e nível de atendimento por classe
  • Ingestão e normalização do catálogo, unidades de medida e lotes
  • Motor de cobertura com ponto de pedido, estoque de segurança e componente sazonal
  • Classificação ABC/XYZ combinada a criticidade clínica, com regra de exclusão editável
  • Controle de validade por lote (FEFO), alerta antecipado e sugestão de remanejamento
  • Inventário rotativo dirigido e medição de acuracidade
  • Medição de nível de atendimento por classe
  • Painel com justificativa, aprovação humana e trilha de auditoria
  • Integração com o ERP hospitalar em operação
  • Capacitação das equipes de farmácia e suprimentos

Valores

Diagnóstico, contratável isoladamente e abatido do projetoR$ 14.900
Implantação, do saneamento do catálogo à entrada em produçãoR$ 90.100
Treinamento das equipes de farmácia e suprimentosR$ 20.000
Projeto, em quatro marcosR$ 125.000
Mensalidade, a partir da produçãoR$ 4.900
Sem mensalidade, atendimento por demandaR$ 250 / hora
Hospedagem e processamento, direto ao provedorR$ 600 a R$ 1.800
Custo total do primeiro anoR$ 185.300
Os valores acima são referência para instituição no porte considerado nesta proposta, a partir de 150 leitos. O esforço de implantação varia com a quantidade de almoxarifados, o volume de itens em catálogo e o número de unidades atendidas, e não com o preço de tabela: porte substancialmente diferente, para mais ou para menos, é recotado no diagnóstico, antes de qualquer compromisso.

A composição acima é o escopo contratado; os quatro marcos ao lado são o cronograma de faturamento do mesmo valor. A mensalidade cobre manutenção corretiva, disponibilidade, recalibração do motor (curvas, componente sazonal, regras de criticidade e limiares de divergência), relatório mensal de indicadores e 4 horas mensais de evolução, cumulativas dentro do trimestre e dirigidas pela instituição. Acima desse volume, e para módulo novo, aplica-se R$ 250 por hora. Justificativa de preço: serviço técnico especializado de engenharia de sistemas, com hora praticada no terço inferior da faixa corrente de mercado para consultoria especializada, de R$ 200 a R$ 600 por hora.

Condições

O dado é do hospital. A ferramenta é da contratada.

Titularidade e vigência

  • Ferramenta, motor e metodologia permanecem de titularidade da contratada, com licença de uso ao hospital durante a vigência
  • Todo dado de consumo, catálogo, lote e preço é do hospital, exportável a qualquer momento em formato aberto, inclusive ao término
  • Vigência de 12 meses a partir da entrada em produção, renovável
  • Confidencialidade sobre dado operacional, comercial e de fornecedor, sem uso para qualquer finalidade externa ao contrato
  • Reajuste anual por índice oficial

Execução e limites

  • Faturamento por marco entregue e aceito, conforme o cronograma da seção anterior
  • Mensalidade faturada a partir da entrada em produção, contra relatório do período
  • Fora do contrato: hospedagem e processamento, faturados pelo provedor diretamente ao hospital, sem intermediação e sem margem da contratada
  • O motor é mantido e evoluído continuamente, e é isso que sustenta mensalidade nesse patamar em vez de um sistema que congela na data da entrega. A configuração da instituição é exclusivamente dela: catálogo, regras de criticidade, parâmetros de cobertura, prazos por fornecedor e metas por classe não transitam para instituição nenhuma
  • O sistema recomenda; a aprovação de compra, remanejamento e baixa permanece integralmente com o hospital

O prazo de implantação conta a partir da entrega da primeira extração de dados pelo hospital. Atraso na liberação de acesso ao ERP não suspende a operação, porque a produção acontece sobre extração; ele desloca apenas o marco de integração plena.

Trilha de evolução

O Módulo I é a primeira etapa de uma trilha de quatro.

A gestão de estoque concentra o retorno mais direto e mensurável, o que a qualifica como ponto de partida. Estabelecida a integração e assegurada a confiabilidade do dado, os módulos seguintes se apoiam na mesma base, sem novo esforço de integração.

Módulo I

Estoque Inteligente

Lista de obsoleto, ponto de pedido, controle de validade, inventário dirigido e nível de atendimento por classe, com aprovação humana.

Objeto desta proposta
Módulo II

Compras e Contratos

Cotação assistida, comparativo de fornecedores, controle de OPME em consignação e alerta de preço fora de curva.

Roadmap · escopo e valor à parte
Módulo III

Demanda Assistencial

Agenda cirúrgica, taxa de ocupação e sinal epidemiológico externo convertidos em consumo projetado, antecipando a necessidade de suprimento.

Roadmap · escopo e valor à parte
Módulo IV

Glosas e Faturamento

Conciliação entre item consumido e item faturado, com identificação de divergência antes da glosa da operadora.

Roadmap · escopo e valor à parte